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Solidariedade ao povo palestino!

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ABAIXO O SIONISMO IMPERIALISTA GENOCIDA!


A volúpia assassina do sionismo não tem limites. Apenas na última semana 161 palestinos foram indiscriminadamente trucidados pelas bombas e mísseis disparados por Israel contra civis indefesos na Faixa de Gaza. A maioria dos mortos eram trabalhadores, entre os quais velhos e mulheres, além de crianças e doentes. Desgraçadamente, não estamos diante de uma novidade. Em ação genocida semelhante na virada do ano de 2008 para 2009, a teocracia imperialista títere de Israel assassinou 1.434 palestinos, na quase totalidade igualmente civis.
 

Apenas a partir do ano 2000, o braço assassino do sionismo ceifou a vida de mais de 6.000 palestinos em ações militares marcadas pela covardia e extrema crueldade.


A maioria do povo palestino de Gaza, das vítimas palestinas, é composta por trabalhadores rurais e empregados de um incipiente comércio nas quatro pequenas cidades o território da Faixa de Gaza. Seu grande “crime”, o de querer viver livremente em um país próprio, com território próprio e autônomo, com o governo que quiserem escolher. É isto, somente isto, que este povo quer, é com isto que sonham os palestinos. E é por isso que lutam os palestinos.

Na realidade, o sionismo não passa de um parente muito próximo da ideologia genocida do pangermanismo em que se baseou o psicopata nazista Adolf Hitler para, inclusive, dizimar brutalmente cerca de seis milhões de judeus no decorrer da II Guerra Mundial. E é esta mesma estupidez de ‘povo eleito’ que une nazistas e sionistas. Por mórbida ironia, as vítimas de ontem são os carrascos de hoje. Os mesmos métodos, a mesma crueldade, a mesma desumanidade, a mesma barbárie.

A alegação de direitos milenares não passa de um rasteiro pretexto usado pelo estado de Israel para cumprir fielmente sua missão de serviçal do imperialismo. Iguais direitos milenares teriam os palestinos, a depender de interpretações historiográficas. Aliás, a se falar em direito milenar, todos os brancos e negros brasileiros deveriam abandonar o país, em que deveriam permanecer apenas os indígenas. Como se vê, uma ridícula tolice.

Que prevaleça, então a deliberação concertada nas Nações Unidas em 1947, que destinou a região à instalação de um estado judeu e de outro palestino. E que a classe trabalhadora de cada país construa, a partir das particularidades das formações sociais de cada um, seu futuro e sua forma de organização sócio-política. Como marxistas, defendemos aqui evidentemente o caminho do socialismo revolucionário como transição ao comunismo.

Mas o que não pode ficar hoje impune é a estratégia de extermínio posta em prática pelo estado sionista de Israel contra o povo palestino. Calar diante disso é tornar-se cúmplice deste genocídio. E é o que faz o governo brasileiro, que, se tivesse um mínimo de decência a orientar sua política internacional, já teria cortado relações diplomáticas com Israel e partido para ações concretas de apoio à libertação do povo palestino. Mas o governo brasileiro, como se sabe, é aliado do imperialismo, faz parte da cadeia imperialista internacional. Na ação/omissão diante do massacre sofrido pelos trabalhadores palestinos, mais uma evidência da traição dos governos petistas e aliados ao proletariado internacional.

Pela libertação da Palestina!

Por um estado palestino livre e soberano!


 

 




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