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Artista brasileiro, faça política!

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Cena do teatro politico “A Mais Valia Vai Acabar, Seu Edgar”, do CPC

A arte é um instrumento indispensável para a transformação crítica e revolucionária do capitalismo

Marx disse que os filósofos sempre se preocuparam em interpretar o mundo e que o importante era mudá-lo. Sem nenhuma coincidência, Bertold Brecht, teatrólogo, poeta e militante, também se manifestou dizendo que nada devia parecer impossível de mudar. A indignação e a luta possuem raízes entrelaçadas com as artes e potencializam o lugar da política com criatividade, sensibilidade e, porque não, força.


Em cada momento histórico e sempre às vésperas de saltos qualitativos na história, os artistas se engajam politicamente e se tornam peças fundamentais nas mudanças do mundo. O cinema, o teatro, a música, as artes plásticas também são combustível indispensável ao avanço da locomotiva revolucionária. E por possuírem linguagens próprias – desde que estruturadas em forma e conteúdo indissociáveis – são capazes de ultrapassar lugares comuns e agregar militantes e simpatizantes às bandeiras políticas.

Exemplos desta arte popular revolucionária no Brasil são abundantes, desde o CPC (Centro Popular de Cultura) da União Nacional dos Estudantes passando pelo cinema de Glauber Rocha e a música de Chico Buarque, Cartola e Sérgio Ricardo. Mas não é necessário somente nos ancorarmos em um momento ditatorial para fazer um chamamento aos artistas brasileiros. Arte política, crítica e transformadora: precisamos disso no tempo presente, na atual conjuntura. É mais que necessário que os artistas brasileiros comprometidos com a transformação revolucionária de nosso país e do mundo em que vivemos.

Para romper barreiras e derrubar portas. Para dizer não à barbárie instalada. Para anunciar a alvorada de um novo tempo. Artistas: façam política!


 

 




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